Oficina de instrumentos musicais

Monday, February 23rd, 2009

Olá!

Em ritmo de carnaval, nosso assunto de hoje é música. E mais, como não podia deixar de ser, música criativa!

Música, por si só, já é uma ferramenta poderosa para muitas coisas. Ela pode animar, relaxar, educar e até mesmo curar, entre outras possibilidades.

Imaginem, então, quando além disso, ela pode também ser unida a atividades de construção de instrumentos musicais. Então, unem-se o poder terapêutico da música, à arte-terapia, através da qual os envolvidos podem enriquecer sua qualidade de vida. A arte do “criar” pode fazer com que as pessoas se conheçam melhor, aumentem sua auto-estima, reduzam o stress e desenvolvam formas de se relacionar melhor com traumas, entre diversas outras vantagens.

Por isso, hoje apresentamos um projeto especial que, entre outras atividades, divulga a construção de instrumentos musicais de forma doméstica e a partir da reciclagem de objetos. Estamos falando do Ciclio Natural (http://www.ciclonatural.com.br/), cuja apresentação abaixo foi tirada do próprio site do projeto.

O projeto…
Após anos de estudos e experimentação na construção de instrumentos musicais alternativos e motivados a plantar a semente do reaproveitamento de sucata e da conscientização ecológica, em 2001, Ciro Kastrup e Marco Arruda formaram o Ciclo Natural.

Desde então, o grupo realiza oficinas de construção de instrumentos musicais alternativos e de contação de histórias musicalizadas, além da composição de trilhas sonoras, assim como apresentações musicais durante as quais são utilizados os instrumentos construídos nas oficinas.

A integração é a base da ecologia, sendo assim é também a mais forte marca do projeto que reúne experiência em educação, sensibilidade artística e consciência ecológica. Esse é o mais importante diferencial do Ciclo Natural.

É mais que entretenimento. É uma solução artística para a questão do lixo.

Exposição itinerante e interativa…

Questões ambientais, pesquisa de instrumentos musicais e o trabalho do grupo Ciclo Natural formam o tripé conceitual de “O Som do Lixo”.

A interação do público com estes conceitos é o principal objetivo desta exposição interativa, que é um misto de palestra, apresentação musical, oficina de construção de instrumentos musicais alternativos, visualização de fotos, estudo de textos e do desenvolvimento de instrumentos feitos a partir do reaproveitamento de sucata

Oficina de construção de instrumentos musicais alternativos…

Diversos materiais tidos como sucata são reutilizados, adquirindo a especial qualidade de instrumentos musicais.

Tubos de PVC, cabos de vassoura, latas e outros materiais deixam de ir para o lixo, passando para o mundo da arte através de sons melódicos e percussivos.

A música viva…

É o momento mágico onde materiais diferentes e inusitados como tubos de PVC, vidro, madeira e latas deixam de ser sucata e ao lado de instrumentos convencionais tornam-se parte do universo sonoro. A mistura de ritmo, melodia e harmonia com improvisação orgânica traz à tona aspectos musicais muitas vezes apagados pela imposição da cultura de massa.

Contação de histórias…

O principal objetivo é despertar o interesse pelas questões ambientais e humanas através da ludicidade. Utilizando instrumentos musicais alternativos, demonstramos que qualquer material pode representar todo um universo sonoro. O público se mantém atento a todos os sons que permeiam as histórias, que contam sempre com um final surpreendente.

Piuí
É a historia de um filhote de trem que sonha em trilhar novos caminhos, descarrilar e andar pelo mar, pela terra e pelo céu. Em sua jornada, passa pela “Escola de Trens” e tira diploma de “Trem Completo”, encontra um menino e juntos perseguem seu sonho. Piuí é a imagem do homem que ao longo dos séculos cria e modifica seu mundo.

Laranja Mafalda
Em sua história, Mafalda começa como uma semente que brota na terra e se torna uma laranjeira que dá flores e frutos. Sua longa jornada rumo à casa de um menino gripado é contada de forma leve e envolvente.

Ágata, a gota
Através de uma linguagem singela e pura, o público conhece o ciclo da água. Ágata é a gota mais romântica do oceano que ao se separar do seu grande amor se torna triste e anseia pelo retorno à sua morada. Em sua jornada são discutidos problemas ambientais com um enfoque sonoro.

Maiores informações, fotos e contatos:
http://www.ciclonatural.com.br
http://www.ciclonatural.wordpress.com/

Algumas fotos do projeto e seus produtos:

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Mais um belo exemplo a favor da reciclagem

Monday, February 16th, 2009

 

Olá!

Espero que todos tenham passado bem a semana! E que tenham reciclado diversos materiais na semana que passou!

Continuamos no espírito da reciclagem, e hoje queremos divulgar um belo exemplo de projeto social e ambiental. Um projeto que está preocupado tanto em ajudar pessoas, como em colaborar com a preservação do meio-ambiente, duas atitudes louváveis no nosso mundo de hoje.

O projeto chama-se “Papel de Gente” e se resume basicamente na produção de papel reciclado e peças diversas com o seu uso, por pessoas com transtornos psíquicos diversos. Trata-se de um belo exemplo de  motivação e inclusão social para estas pessoas, que têm grande capacidade de produzir trabalhos artísticos, porém nem sempre têm espaço para isso na sociedade.

 A seguir, o texto de apresentação do projeto publicado em seu site (www.papeldegente.org.br):

O Projeto Papel de Gente nasceu em 1994 e é voltado para pessoas portadoras de transtornos psíquicos como psicose e neurose grave.

Criado a partir da determinação da terapeuta Eliana Tiezzi Nascimento, - com o apoio de artistas, designers e empresários - o Papel de Gente busca construir espaços possíveis de respeito à singularidade humana.

O Projeto está fundamentado em duas vertentes. A primeira consiste na manutenção de um espaço de produção, criação e circulação de idéias em torno da reciclagem e o segundo aspecto, define-se pela capacitação à empregabilidade dos participantes, através da comercialização de seus produtos.

A inserção social - através do trabalho - possibilita a essas pessoas o resgate da dignidade e da condição de cidadãos, além de proporcionar melhoras importantes em seus quadros.

O Projeto Papel de Gente, ao longo dos seus 7 anos de existência tem oferecido uma alternativa terapêutica mais humana para usuários dos serviços em saúde mental com resultados efetivos na qualidade de vida de seus participantes.

A reciclagem de papel traduz uma cultura de respeito ao ser e ao ambiente. O Projeto Papel de Gente estabelece em suas diretrizes um diferencial de relação da sociedade com este indivíduo e, através de suas várias estratégias, propicia a criação de uma nova imagem de preservação ambiental e de tolerância às diferenças.

Os produtos fabricados pelo projeto seguem uma linha preocupada na boa apresentação das peças, que são desenvolvidas com a preocupação do design adequado e de um bom acabamento. Entre eles, destacam-se materiais de escritório feitos com papéis reciclados, são peças muito interessantes.  Vale a pena uma consulta sua no site do projeto para vê-las.

Abaixo, há algumas fotos relacionadas ao projeto. E com elas, lembramos a todos que projetos como este dependem da nossa reciclagem diária de produtos para sobreviverem. Esse é o tipo de projeto que nós podemos ajudar, indiretamente, de dentro da nossa casa, no nosso dia-a-dia. Cabe a mim, a você, aos nossos parentes e amigos e a todo o mundo colaborar para que projetos assim continuem a existir, fazendo a coleta seletiva, separando materiais recicláveis de forma adequada.
Então, recicle, faça a sua parte. Além disso, aproveite o dia de hoje para reaproveitar algum objeto que possivelmente seria lixo, mas que você pode transformar em um novo objeto, com nova função e nova apresentação visual.

Todos podem colaborar na reciclagem, é atitude que podemos adotar dentro da nossa própria casa.

Maiores informações: www.papeldegente.org.br

Algumas fotos do projeto e seus produtos:

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Abraços e boa semana! Lembrem-se de reciclar objetos, sempre!

Gina

Vamos reciclar?

Sunday, February 8th, 2009

 
Hoje queremos divulgar um trabalho muito interessante, feito com reciclagem de materiais. Uma iniciativa que admiro e valorizo, não somente pela criatividade em se inventar produtos diferenciados, mas principalmente por fazê-lo através de produtos que, para muitas pessoas, seriam vistos como lixo.

Nasci em Curitiba, uma cidade que preza muito pelo seu programa de reciclagem. Enquanto grande parte do país nem pensava no assunto, lá já se divulgava a famosa vinheta “lixo que não é lixo, não vai pro lixo: SE-PA-RE!”. Sem dúvida, uma grande sacada da prefeitura da época. E que perdura até hoje. Atualmente, não resido mais na minha cidade natal há anos. Mas continuo cantando a musiquinha do lixo na minha casa, cada vez que alguém me pergunta o que fazer com este ou aquele material. Aquela semente, plantada há anos lá em Curitiba, foi muito fértil, porque mexeu de verdade com a minha consciência ambiental – hoje não me é mais natural jogar um lixo reciclável sem fazê-lo seletivamente.

O problema de lixo no Planeta é muito grave, um dos piores já enfrentados pelo homem. O lixo é gerado excessivamente a cada dia, e a cada dia se reduz o espaço para armazená-lo.

A melhor maneira de se tratar o lixo, é através da sua reciclagem, ou seja, seu reaproveitamento e eventual transformação em outro objeto. Grande parte do material que consideramos como lixo pode ser tratado desta maneira. E se assim o fizermos, estaremos reduzindo o impacto ambiental e aumentando a qualidade de vida no Planeta, já que economizaremos tanto matérias-primas que seriam necessárias para algum produto, como o espaço que ele ocuparia no lixo, sem necessidade.

Os dados a seguir nos mostram como a reciclagem é bem-vinda ao meio-ambiente:

  • Tempo necessário para a decomposição natural de alguns materiais:

    PAPEL: de 3 a 6 meses;
    PANO: de 6 meses a um ano;
    FILTRO DE CIGARRO: 5 anos;
    GOMA DE MASCAR: 5 anos;
    MADEIRA PINTADA: 13 anos;
    NYLON: mais de 30 anos;
    PLÁSTICO: mais de 100 anos;
    METAL: mais de 100 anos;
    BORRACHA: tempo indeterminado;
    VIDRO: 1 milhão de anos.

  • A reciclagem de 1000 kg de papel preserva o corte de 20 árvores.

  • A reciclagem de 1000 kg de plástico preserva a extração de milhares de litros de petróleo.

  • A reciclagem de 1000 kg de alumínio preserva a extração de 5000 kg de minério.

  • A reciclagem de 1000 kg de vidro preserva a extração de 1300 kg de areia da natureza.

Por isso, é hora de fazermos a nossa parte. A participação de todos é muito importante na coleta seletiva. Mas ainda podemos fazer mais do que isso! Podemos usar materiais assim coletados em nossas peças artesanais. Podemos inventar novas peças, novos padrões visuais, a partir de objetos usados. Podemos também criar novas funções para objetos a princípio fabricados para outros fins. Enfim, podemos seguir o exemplo de Denise Mennella, artista que dedica o seu trabalho à reciclagem.

Denise desenvolve arte e artesanato usando materiais recicláveis diversos, com uma boa dose de criatividade. Seu material de trabalho seria, para muitas pessoas, considerado lixo. Mas Denise vê no lixo oportunidades, possibilidades de criar novas peças, novas artes. Ela chama o seu trabalho de “Lixoarte”, e através dessa atividade faz peças muito bonitas.

Maiores detalhes sobre a artista e suas obras podem ser conferidos no site www.lixoarte.com.br. Vale a pena uma passeada por lá, porque as peças são uma mais criativa do que a outra! Algumas estão nas fotos abaixo, confiram.

Denise, parabéns pelo seu belo trabalho! Atitudes como a sua certamente farão a diferença na qualidade de vida do futuro Planeta Terra.

Um grande abraço a todos,

 Gina

* Texto de Maria Regina Leoni Schmid

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Vaso Ovalado com Textura de Areia
Criação: Denise Mennella
Material
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Vaso: Jornal, papelão de caixa de sabão e areia.
  Folhagem e Flor: Pet

  
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Vaso Pedestal com Rosas
Criação: Denise Mennella
Material: 
  Vaso: Canudo de papelão, latinha de atum e gesso
  Rosas: Papel de coador de café

 

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Flor Amor Perfeito
Criação: Denise Mennella
Material: Garrafa pet
 
 
 

 

 

 

 

 

Reciclar faz bem

Thursday, November 6th, 2008

Fazer atividades manuais, criar e inventar é muito gostoso. E quando fazemos isso com o ideal de reciclar algum objeto é melhor ainda. Porque a sensação de proteger o meio-ambiente, de alguma forma, por menor que ela seja, traz muita satisfação. É mais ou menos como aquela gota no oceano que é só uma gota, mas que é importante para o conjunto.

Reciclar é aplicar um produto da forma como ele foi concebido inicialmente, porém tratando-o de uma maneira tal que ele assuma uma configuração diferente e passe a ter uma nova função, um novo uso, um novo objetivo.

A atividade da reciclagem está entre algumas das práticas mundialmente incentivadas por programas de defesa ao meio-ambiente. Em busca da diminuição de uso de recursos naturais na produção de peças para os mais diversos fins, eles costumam motivar as pessoas a mudar a sua forma de consumir coisas e praticar, no seu dia-a-dia, ações que defendam principalmente três princípios: reduzir, reutilizar e reciclar. São princípios normalmente identificados como “os 3Rs” que fazem a diferença na redução do volume mundial de lixo que as pessoas produzem naturalmente. Com estas ações, busca-se divulgar uma forma das pessoas adotarem um consumo mais consciente, consumindo menos produtos industrializados e procurando não descartar produtos recicláveis logo depois de consumi-los, destinando-os em vez disso para um outro fim.

Quando falamos de artesanato reciclado, as possibilidades são infinitas. Em primeiro lugar, a reciclagem permite que se faça trabalhos com baixos custos. É claro que isso é relativo, pois peças recicladas podem ser bem mais caras do que novas, dependendo do caso. Mas no geral, muita coisa é possível de ser feita com investimentos bem pequenos. Mas atenção! Algum investimento, por menor que seja, sempre é necessário para deixar a peça com cara de nova. O fato de se aproveitar materiais, e não comprá-los, não significa, de forma alguma, que se pode relaxar no trabalho. Normalmente o maior investimento fica por conta do acabamento das peças, que em muitos casos precisam ser disfarçadas, renovadas e embelezadas. A preocupação com a beleza e o acabamento é fundamental e deve ser pelo menos tão grande quanto ao se tratar de peças novas.

Os principais fatores que fazem uma pessoa ter vontade de usar um objeto reciclado são a criatividade da transformação do objeto e o bom acabamento da peça. Uma peça extremamente criativa e mal feita pode não ser valorizada, assim como pode acontecer com uma peça muito bem-feita, porém sem novidade. Na reciclagem, é interessante se inovar, se mudar completamente a função de objetos, se oferecer uma forma de usá-los que as pessoas não tinham imaginado antes.

As fotos a seguir mostram um exemplo disso. Elas ilustram a criação de mini-guirlandas, feitas para se enfeitar árvores de Natal, criadas a partir da parte superior de copos de iogurte cilíndricos. Quem quiser mais detalhes sobre como executar as peças, pode solicitá-los pelo email ginadesign@ginadesign.com.br.

Na próxima postagem, nós daremos uma receita básica para se avaliar peças recicladas e trabalhos artesanais em geral, alguns critérios que podem ajudar a se analisar de forma crítica se determinado trabalho tem condições mínimas para ser bem aceito por seus usuários.

Abraços,
Gina.

* texto de Maria Regina Leoni Schmid

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Aulas de artesanato com materiais reciclados

Thursday, September 18th, 2008

Por pouco mais de dois anos, tive a grande alegria de lecionar artesanato numa ong. Foi um trabalho muito bacana, porque além do prazer de ensinar, que me é imenso, me proporcionou conhecer um pouco de pessoas muito especiais que tive como alunas. Eram senhoras que freqüentavam a instituição para receber uma assistência espiritual e ajudas diversas em seus problemas particulares.

Comecei o trabalho com elas de forma tímida e retraída, porque a própria ong parecia não acreditar na causa que defendia. Desde o início, eles me avisaram que as alunas eram preguiçosas para trabalhar e poderiam “me puxar o tapete” a qualquer momento… então, lá fui eu para um território desconhecido. Minha proposta era possibilitar às alunas uma fonte extra de renda, através de alguma atividade que elas pudessem fazer na sua própria casa, com poucos recursos de materiais e equipamentos.

As aulas, semanais, eram de artesanato com material reciclado. Por causa disso, trabalhávamos com o material que estava disponível na semana, sem muita previsão antecipada do que faríamos. Alguns dias antes de cada aula eu começava a preparar a(s) peça(s) que faríamos, e no sábado levava tudo encaminhado para minhas alunas executarem suas próprias peças. Antes de qualquer coisa, era eu mesma quem “quebrava a cabeça” atrás de peças apresentáveis, que não fossem difíceis de fazer e que pudessem ser vendidas futuramente. Um quebra-cabeças muito gostoso, que me cobrava necessariamente o uso da criatividade.

A primeira aula aconteceu meio no susto, eu não estava sabendo que seria no dia em que foi. Fui para a instituição simplesmente para conhecer melhor o trabalho deles e acabei sendo convocada para iniciar as atividades naquele dia mesmo. Corri até em casa para buscar o material e logo estávamos todas fazendo nossas flores de fuxicos com sacolas plásticas de mercado. Para muitas, a atividade de se costurar plásticos era totalmente nova, algumas pareciam até mesmo não acreditar que daria algum resultado positivo. Mas deu! E no fim daquela mesma aula estávamos nós com nossas flores de plástico prontas! “As flores de plástico não morrem”, já diziam os Titãs… Ali pudemos perceber que elas só não morreriam se fossem bem-feitas e apresentáveis. De nada adiantaria fazer por fazer, pois isso resultaria no seu descarte, mais cedo ou mais tarde. Primeira grande lição! Para elas, que teriam que aprender a serem atentas com a beleza das peças. Para mim, que eu teria que ensiná-las a serem mais caprichosas. Estava claro para todos que seria preciso muito refino nas atividades, para conseguirmos um bom resultado estético. Mas só a primeira aula nos mostrou que o caminho estava aberto, lá estávamos nós todos, ong, alunas e professora, prontos para trilhá-lo.

Assim começou uma das melhores experiências que já tive com aulas em geral. E com o ser humano também. Porque eu aprendi muito mais do que ensinei. Porque pudemos comprovar que o trabalho criativo pode abrir portas, pode mudar pessoas, pode ensinar muitas lições para a nossa vida.

Falaremos muito mais sobre tudo o que foi feito, em breve com fotos de algumas das diversas técnicas e peças que aprendemos nesta experiência maravilhosa. Recomendo uma atividade assim para todos que gostam de ensinar e aprender.

Abraços,

Gina.

* texto de Maria Regina Leoni Schmid

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