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Projeto do SEBRAE ajuda artesãs do interior do Alagoas

Fonte: PEGN

Clique na imagem para acessar o vídeo do projeto:

Projeto do Sebrae em Alagoas

Interior do Alagoas: um projeto profissionaliza donas-de-casa da cidade de Paulo Jacinto. Elas aprenderam a costurar e já produzem uma linha de cama, mesa e banho. E também já aumentaram a renda familiar e se preparam para fechar contratos exclusivos com lojistas da região. As costureiras criaram uma marca própria.

As mulheres foram capacitadas pelo Sebrae para transformar em negócio o conhecimento em costura. Assim foi criado o “Projeto Cadeia Produtiva”, direcionado ao setor têxtil e de confecções.

“Em Paulo Jacinto, há uma vertente muito grande para a área de corte e costura. Então, são mulheres que já sabem trabalhar com máquina há muito tempo, Já aprenderam com as mães, com as avós. Tem toda uma tradição nessa região”, conta a gestora do projeto pelo Sebrae, Mariana Cantarelli.

As costureiras se uniram em uma associação. A primeira coleção é de 2008. Hoje o grupo é formado por 15 mulheres que produzem peças de cama, mesa e banho.

A artesã Cícera Luiza Ferreira coordena a Associação das Costureiras de Paulo Jacinto. Ela é a maior incentivadora das colegas.

“Já demos vários passos e graças a Deus estamos já bem à frente, porque tivemos muitos cursos, pessoas que não sabiam nem fazer a casa de uma roupa, pregar um botão e hoje já fazem alguma coisa. Quem sabe menos já faz alguma coisa e já estamos levando pra feira, já temos encomendas”, diz Cícera.

Muitas começaram no grupo e desistiram do trabalho, mas quem ficou não se arrepende. “Aprendi bastante coisa. Coisas que eu não sabia, eu aprendi no grupo”, afirma a artesã Eliana Rodrigues Ribeiro.

“Para qualquer negócio, você precisa ter uma época de investimento, uma época que você não tem retorno. Pra daí, depois de muito esforço, um trabalho bom, de boa qualidade, sendo bem apresentado, você começa a obter as respostas, consegue abrir mercado, começa a obter os clientes, e com isso você consegue retorno financeiro”, explica a representante do Sebrae, Mariana Cantarelli.

Com o Projeto Cadeia Produtiva, do município de Paulo jacinto, o Sebrae implantou ações para fortalecer a organização coletiva, melhorar a qualidade, a produtividade e a comercialização. Com a capacitação técnica, criou consultorias em moda e design. Elas até criaram a marca própria: “Da chita ao chique”.

As artesãs também foram treinadas em gestão: aprenderam a fazer planilhas de contas, fluxo de caixa e a definir o preço de venda dos produtos. “Graças a Deus hoje já tem alguma coisa. Já está dando lucro”, comemora a artesã Cícera.

As costureiras trabalham em setores diferentes. Uma turma faz a linha de produtos chamada “Corte de fazenda”. São toalhas de mesa, cestas de pão, bolsas, almofadas e colchas. Tudo muito colorido.

Em outro espaço, ficam as mulheres que lidam com as sobras de tecido. Com os retalhos, elas fazem fuxico e montam tapetes e almofadas.

“É muito bonito. Serve para ornamentações, para ornamentar a casa, os sofás, a sala”, conta a artesã Maria do Socorro da Silva.

O grupo também trabalha com material reciclável. As caixas de leite são revestidas com tecido. Elas viram bolsas e carteiras. A matéria-prima é simples e barata, mas traz um bom lucro para as artesãs.

No setor de recicláveis são produzidas 200 peças por mês. O tecido usado para revestir as caixas de leite é a chita, muito popular na região.

“Na verdade, elas podem fazer um trabalho de coleta seletiva e elas conseguem gratuitamente esse material. Então elas não vão desembolsar para obter a matéria-prima”, conta Mariana.

Um dos pontos de venda é uma loja própria em Paulo Jacinto. Quem passa pela cidade visita o espaço e faz compras.

“São muito bons. Elas têm um cuidado com os modelos, com o acabamento. E o preço é bem acessível. Vale a pena para os presentes, vale a pena comprar sim”, afirma a cliente Luciana Calheiros.

O grupo fez a primeira divisão de lucros. As mulheres receberam de acordo com a produtividade. Elas ganharam entre R$ 200 e R$ 500. Esse é só o começo.

“A minha expectativa é que aconteça de a gente um dia estar numa empresa com 50, 100 pessoas ou mais”, revela a artesã Cícera Oliveira.

“Está sendo bem divulgado, também nas feiras que a gente participa, as pessoas conhecem o trabalho e com certeza o valor fica bem mais favorável pra gente”, diz Cícera.

“Lutando, a gente consegue. Aos poucos, a gente consegue”, acredita a artesã Maria do Socorro.

Veja os contatos das empresas mostradas na reportagem:Rua Doutor Marinho de Gusmão, 46 – Centro
CEP: 57020-565 - Maceió - AL
Tel.: (82) 4009-1600 / (82) 4009-1620
www.al.sebrae.com.br
Gestora do Projeto: Mariana Cantarelli

SEBRAE/AL

GRUPO DE COSTUREIRAS DE PAULO JACINTO
Rua João Cassiano Costa, s/n – Centro
CEP: 57740-000 – Paulo Jacinto – AL
dachitaaochique@bol.com.br
Contato: Cícera Silva de Oliveira – cel. (82) 9956-0223

 

O Projeto Arrastão

Fonte: http://www.arrastao.org.br

O Projeto Arrastão iniciou em 1968, com a mentalidade de ensinar pessoas a pescar, e não de dar a elas os peixes. Atua nas áreas de educação, cultura e desenvolvimento comunitário, procurando formar cidadãos melhores, na região de Campo Limpo - São Paulo. Trabalha com 3 públicos diferentes, atendendo a cada um segundo suas características e necessidades. Desenvolve projetos e ações com o único objetivo de fortalecer suas personalidades, incentivar a busca constante pelo conhecimento e proporcionar uma formação cidadã paralela à educacional. No total, mais de 700 crianças, adolescentes e jovens frequentam a organização nos  diversos programas oferecidos pela instituição.

Em parceria com o “Design Possível”, a instituição cria, produz e comercializa peças artesanais bem interessantes, todas confeccionadas com materiais reaproveitados pelo núcleo de moda e design (do próprio projeto). São também usadas lonas de banners que não têm mais utilidade. Veja alguns exemplos abaixo.

Maiores informações: www.arrastao.org.br - Tel.:11 5841-3366                            
                                   E-mail: arrastao@arrastao.org.br

 Projeto Arrastão

 

Projeto Arrastão

Projeto Arrastão

Projeto Arrastão

Projeto Arrastão

Projeto Arrastão

Projeto Arrastão

Projeto Arrastão

 

Projeto Arrastão

Projeto Arrastão

 

Aproveitamento de palitos de fósforo usados

Seu Adalberto faz réplicas de prédios da cidade onde mora com palitos de fósforo utilizados. Igreja utilizou 4.400 unidades. Cabeças queimadas formam desenhos nas peças.

Um artesão cearense surpreende fazendo réplicas de prédios históricos com palitos. Um talento que descobriu por acaso, mas que impressiona pela riqueza de detalhes.

Uma igreja do século XVI, a casa que era ocupada pelo capitão mor do Ceará. Prédios históricos da cidade de Aquiraz, na região metropolitana de Fortaleza, que ganharam uma versão em miniatura. Obras do seu Adalberto, que caprichou em cada detalhe.

Artesão usa palitos de fósforos

O que chama atenção na arte do seu Adalberto não é só a facilidade que com que ele reproduz os prédios históricos da cidade onde mora, mas também o material que ele utiliza para fazer as peças: palito de fósforos.

São dezenas, milhares de palitos para fazer uma única peça. A campeã foi a igreja: 4.400 palitinhos colocados lado a lado com perfeição. Detalhe: só valem se já tiverem sido usados. Ele consegue com os vizinhos.
Na hora de montar, ele usa as caixinhas para servir de base. E cola branca para fixar os palitos. As cabeças, já queimadas, formam detalhes em peças decorativas e utilitárias. Tudo isso começou por acaso.

Peças chegam a R$ 100,00

Assim, seu Adalberto, que trabalha como auxiliar de escritório, ganha um dinheirinho extra. As peças são vendidas em feiras de artesanato da região. As mais baratas, como um paliteiro, custam R$ 3,00. As mais caras são mesmo as réplicas de construções antigas que chegam a custar R$ 100,00. Mas para o autor, nada é maior do que o orgulho que sente com o resultado do trabalho.

Clique aqui e veja o vídeo sobre o artesão e suas peças:

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1222422-7823-ARTESAO+CEARENSE+REPRODUZ+PREDIOS+COM+PALITOS+DE+FOSFOROS,00.html

 

Fontes:

http://tvverdesmares.com.br/cetv1aedicao/trabalho-de-artesao-cearense/

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1222422-7823-ARTESAO+CEARENSE+REPRODUZ+PREDIOS+COM+PALITOS+DE+FOSFOROS,00.html

 

Novo site para se vender artesanatos!

Um novo shopping virtual para artesanato, moda, design e bem estar.

Dirett.com.br oferece loja virtual a preço baixo e alcance nacional para artesãos, designers e consultores em geral.

Junho/2010

Criado para atender à crescente demanda de profissionais liberais do ramo do artesanato, moda, design e consultoria de beleza, o Dirett apresenta uma forma simples de vender pela internet com baixo custo. Com um cadastro rápido, estes profissionais podem criar uma loja virtual com página exclusiva e vender seus produtos pelo site, negociando direto com o comprador.


O principal objetivo do site é colaborar com o crescimento no alcance das vendas destes profissionais, possibilitando o contato com pessoas de outras cidades ou estados do país. Todo o processo de venda é feito no site, inclusive o pagamento online. Os dados do vendedor também ficam disponíveis para que os interessados possam entrar em contato diretamente, mesmo antes de efetuar a compra, para tirar dúvidas e garantir a segurança da negociação.

 

Quem cadastra uma loja no www.dirett.com.br pode escolher entre os 3 planos disponíveis para contratação, inclusive um gratuito. No caso dos planos pagos, algumas vantagens adicionais são oferecidas, como incluir banner personalizado na página da loja e incluir mais fotos de cada produto. Todos os produtos cadastrados aparecem na vitrine do site ou nas buscas feitas por visitantes.

 

Inicialmente o site tem promoção de até 30% para quem contrata um dos planos pagos e a liberação da loja é feita logo após o pagamento via PagSeguro, uma plataforma de pagamentos que garante a segurança, comodidade e a solidez do serviço.

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Dúvidas e mais informações em www.dirett.com.br
ou pelo e-mail: dirett@dirett.com.br

(Fonte: htto://artesanatosebrae.blogspot.com)

Produtos artesanais nos supermercados

Programa Caras do Brasil

O Programa Caras do Brasil, que vai introduzir nas prateleiras dos supermercados produtos elaborados por grupos e organizações que defendem o meio ambiente e lutam contra os problemas sociais. Alimentos e peças artesanais de todo o Brasil serão levados aos grandes centros consumidores, numa forma de valorização da nossa rica cultura local. A iniciativa pretende ser um passo no fortalecimento do desenvolvimento sustentável no país, promovendo o crescimento econômico com a premissa de gerar riqueza a populações menos favorecidas e difundir o uso de produtos ecológicos, além de possibilitar que estes fornecedores possam no futuro se aprimorar, profissionalizando sua produção.

Por meio do Programa Caras do Brasil, o Grupo Pão de Açúcar deve suprir um dos principais problemas de organizações civis que possuem atividade produtiva, a comercialização. A empresa não atuará como financiadora dos projetos, mas poderá ser ponte para que ações importantes recebam a devida atenção do governo e de organismos nacionais e internacionais. Por esta razão, o programa representa um esforço para integrar as diversas partes, de forma que as informações sejam compartilhadas entre todos os agentes envolvidos e onde cada um contribua com sua área de excelência.

Os principais beneficiários serão os pequenos produtores, porém empresas melhor organizadas e estabelecidas poderão participar do Programa, desde que respeitados os limites de fornecimento de seus produtos e tendo como base a capacidade produtiva dos projetos comunitários, de acordo com os critérios do Grupo Pão de Açúcar/Programa Caras do Brasil.

Missão do Caras do Brasil

Comercializar produtos sustentáveis, elaborados por pequenas organizações que se beneficiam do acesso a grandes mercados como ferramenta para seu desenvolvimento pessoal, organizacional, produtivo e comercial, construindo maior capacidade para enfrentar os desafios da geração de renda, do desenvolvimento social e da conservação ambiental.

Objetivos

- Contribuir para o desenvolvimento das organizações fornecedora, disponibilizando o conhecimento em varejo do Grupo Pão de Açúcar, com condições comerciais especiais.

- Oferecer aos clientes do Grupo Pão de Açúcar produtos sustentáveis, com valores socioambientais agregados à sua utilidade, incentivando a prática do consumo consciente.

Valores Caras do Brasil

Sociais

  • Inclusão social
  • Valorização da cultura brasileira;
  • Fixação das pessoas em seus locais de origem;
  • Rejeição ao trabalho escravo e/ou infantil;
  • Repúdio a qualquer tipo de discriminação.

Econômicos

  • Respeito às características e capacidade produtiva dos fornecedores;
  • Eliminação de intermediários (atravessadores);
  • Geração de renda.

Ambientais

  • Canal de venda para produtos sustentáveis;
  • Uso sustentável da biodiversidade;
  • Estímulo à preservação do meio ambiente;
  • Estímulo à reciclagem.

(Fonte: http://unispanco.0fees.net/programa-caras-do-brasil/)

Mais um exemplo de comércio justo

Fonte: http://www.redetekoha.com.brA Tekoha é uma organização que cria canais de comercialização para produtos feitos a mão e conecta comunidades e consumidores numa grande Rede. Estas comunidades manifestam sua cultura e geram renda com a criação de peças artesanais. 

A Tekoha é uma organização que cria canais de comercialização para produtos feitos a mão e conecta comunidades e consumidores numa grande Rede. Estas comunidades manifestam sua cultura e geram renda com a criação de peças artesanais.

 
Todos os negócios são realizados de acordo com princípios éticos: ao adquirir um produto, o consumidor sabe qual o destino dos recursos, pois as contas da Tekoha são 100% transparentes.

 

 

 
  Você pode participar da Rede Tekoha de várias formas: aprendendo mais sobre as comunidades, indicando comunidades para fazer parte da nossa Rede, comprando produtos na Loja Virtual, presenteando pessoas com produtos Tekoha e disseminando o consumo consciente.Além de presentear amigos, sua empresa pode presentear seus colaboradores com Brindes feitos com matérias-primas naturais, recicladas e também produzidas por essas comunidades. O propósito desta rede vai muito além da criação de mais um canal de comercialização de produtos artesanais, a busca é pela criação de um novo sistema comercial. Um sistema onde os valores humanos estejam em perfeita harmonia com os valores econômicos.
     

VISÃO
Uma rede de comunidades conectadas, evoluindo juntas oferecendo o que têm de melhor para o mundo.

Um dia a Tekoha será um símbolo universal para lembrar todos os seres humanos que estamos conectados e que quanto mais conscientes estivermos disso, mais poderemos contribuir para a nossa evolução.
PRINCÍPIOS
Paixão
Somos apaixonados pelo nosso trabalho. Nosso trabalho tem significado, agimos para promover o desenvolvimento e conectar pessoas e comunidades.
Inovação e Persistência
Somos pioneiros e para fazer algo novo é preciso criatividade e persistência.
Co-criar
As parcerias permitem que criemos mais e melhor. No entanto, tudo deve ser bem documentado e acordado, caso contrário o custo da falha de comunicação pode reduzir o potencial das parcerias.
Lucro
O lucro é vital, mas é um meio e não o fim.
Relacionar-se com transparência
Negociamos colocando sempre o Todo em primeiro plano. Buscamos relações ganha ganha ganha. Acreditamos que a transparência viabiliza relações justas. Sim, é preciso negociar, não aceitamos tudo o que vem das comunidades ou do mercado, mas com diálogo chegamos a acordos que beneficiam a todos.

Potencializar a diversidade
A diversidade é uma oportunidade e não um problema. Esta é nossa forma de ver a diferença e ela potencializa o desenvolvimento da Rede Tekoha.

Conectar todos os seres
A Tekoha foi criada para conectar pessoas e comunidades e servir ao bem comum. Este é o nosso propósito.

 

Envolva-se com a Tekoha:
Espaço Tekoha na Ekoa Café
Rua Fradique Coutinho, 914
05416-001
Vila Madalena – São Paulo – SP
Tel: 11.3032.7789
 

 

O PAPEL SEMENTE

Pessoal,

 

Recentemente, tive a chance de desenvolver alguns trabalhos com o papel semente. Trata-se de um papel reciclado artesanal, feito em camadas, e no meio delas são inseridas sementes de plantas. Assim, o papel não precisa ser jogado fora, mas pode ser plantado! A idéia é muito interessante, e a proposta de defesa ao meio ambiente, mais ainda.

O papel é fabricado pela ONG Instituto Papel Solidário (www.papelsolidario.org.br) e o papel semente, especificamente, também pode ser conferido no site www.papelsemente.com.br.

Abaixo, alguns dados sobre o tema.

 

Fonte: www.papelsemente.com.br

Papel  Semente é uma empresa que acredita no desenvolvimento sustentável e busca conciliar a conservação da natureza e o crescimento social e econômico.Criada em maio de 2009, a empresa produz um papel artesanal e ecológico que recebe sementes de flores durante seu processo de fabricação.
       Dessa forma, o cliente Papel Semente pode usar o papel de acordo com seu interesse de comunicação e após sua utilização plantá-lo, gerando vida ao invés de lixo. Do papel que se planta, podem brotar lindas flores, deliciosas verduras ou poderosas ervas medicinais. Para a Papel Semente, ser uma empresa ecosocial é gerir seu espaço e sua comunicação com responsabilidade social, econômica e ambiental.

       Através do papel semente, pretendemos contribuir com a construção de uma sociedade mais justa e consciente de suas responsabilidades ambientais e sociais. Leia mais.

Flores lindas germinarão no seu jardim ao plantar nosso papel semente. Conhecida popularmente como Cravinho da Índia ou Cravo Amarelo, a Taget Patula Anã é um dos tipos de plantas cujas sementes são acrescentadas ao papel artesanal que produzimos.

Confira aqui como plantar seu Papel Semente!
1 - Pique e molhe o papel;
2 - Plante em um vaso com uma leve camada de terra fértil por cima;
3 - Regue diariamente, mantendo sempre úmido, sem encharcar;
Simples assim! Em até 10 dias, sua planta irá germinar!
Uma bela colheita!
Leia mais detalhes.

 

Neste vídeo, convidamos você a acreditar na mudança e a se reinventar. A Papel Semente acredita na solidariedade e na possibilidade de equilibrar a atividade humana e a preservação dos recursos naturais. É preciso romper com os velhos paradigmas de exploração da nossa sociedade e criar novas
formas de produção e consumo como faz a Papel Semente. Assista ao filme e reinvente-se! “É tarde demais para sermos pessimistas”

Bazar do Bem Possível, em São Paulo

O Bazar do Bem Possível chega a sua oitava edição com o jogador de vôlei Giba como padrinho. Este ano, o evento realizado no Esporte Clube Pinheiros, entre os dias 08 e 10 de abril, irá reunir mais de mais de 100 ONGs, como AACC (Associação de Apoio a Criança com Câncer), Casas André Luiz e Fundação Dorina Nowill.

Mesmo no corrido calendário da temporada 2009/10 da Superliga, que já estará na fase de playoffs quando será realizado o Bazar, Giba participará da cerimônia de abertura do evento no dia 08, em São Paulo.

Segundo Giba, os atletas tem que dar o exemplo. “Para mim, foi uma grande honra receber o convite para apadrinhar um evento dessa grandeza. O Brasil é um país de muitas diferenças sociais e o Bazar do Bem Possível vem com a intenção de amenizar um pouco essa situação. Estar à frente dessa iniciativa é uma grande satisfação”, comentou.

Produtos artesanais e ofertas de presentes originais podem ser encontrados no Bazar, que conta com praça de alimentação e apresentações artístico-musicais. Toda a infraestrutura e divulgação são oferecidas gratuitamente pelo Esporte Clube Pinheiros e a renda arrecadada é totalmente direcionada às entidades.

Bazar do Bem Possível
Rua Tucumã, 36 – Alto de Pinheiros – São Paulo (SP)
08 e 10 de abril, das 10h as 19h – Entrada franca

O Instituto Meio

Fonte: http://www.institutomeio.org e contato direto com o Instituto

Sobre o Instituto Meio
O Instituto Meio é uma organização especializada no fomento e apoio a ações empreendedoras que promovam a inclusão econômica e social para populações com dificuldade de acesso a conhecimento, emprego e renda. Os trabalhos têm como objetivo diminuir as desigualdades e melhorar a vida das gerações atuais e futuras, respeitando os critérios de sustentabilidade. Oferecemos nossas experiências, metodologias e conhecimentos para tornar empreendimentos sociais comunitários em verdadeiros agentes de mudanças. A equipe do Instituto Meio já realizou trabalhos em todos os Estados brasileiros, capacitando diretamente mais de 100 grupos de produção, formais e informais, através de diagnósticos, consultorias e execução de projetos de melhorias. O Instituto Meio também atua como executor de projetos de instituições parceiras como SEBRAE, Caixa Cultural, Instituto Camargo Correa, IDIS, entre outros, além de realizar a divulgação e comercialização de produtos artesanais através de participações em feiras, gestão de loja virtual e venda de brindes corporativos.
Como ajudar
Pessoa Jurídica:
•Contribuindo com redes de contatos;
•Divulgando nossos objetivos, produtos, necessidades e projetos;
•Adquirindo brindes institucionais (veja a vitrine de produtos);
•Patrocinando projetos realizados pelo Instituto Meio.

Pessoa Física :
•Tornando-se membro da nossa equipe multidisciplinar, atuando em projetos que necessitem de seus conhecimentos. Entre em contato!;
•Contribuindo com redes de contatos;
•Divulgando nossos objetivos, produtos, necessidades e projetos.

O Meio Shop

O Meio Shop é um canal para comercialização da produção das comunidades que apoiamos, focado na venda para lojistas nacionais, internacionais e brindes institucionais.

Produtos realizados pelas comunidades apoiadas serão comercializados através da MEIO dentro dos conceitos do comércio justo. Todos os trabalhos são confeccionados por comunidades, grupos, associações ou cooperativas cuja sobrevivência depende da venda deles. São principalmente produtos artesanais com valor agregado, matéria-prima local e uso de técnicas tradicionais e de baixo impacto ambiental. O nosso objetivo é estreitar o relacionamento entre as comunidades e o comércio varejista.

Além dos produtos, serão comercializadas publicações relacionadas aos nossos objetivos para ajudar o financiamento dos projetos e programas sociais, culturais e/ou ambientais.

O que é comércio justo?
Uma organização cometida ao comércio justo visa cinco maneiras que diferem do comércio padrão.

São elas:

Negociar com grupos de produção menos favorecidos e os auxiliar a desenvolver capacidades e meios de subsistência sustentável através de um relacionamento mais estreito;

Pagar os preços justos que cobrem o custo de produção e que permitam um salário e outras recompensas justas;

Fornecer o crédito quando necessário para permitir que os pedidos sejam cumpridos;

Incentivar o tratamento justo de todos os trabalhadores, assegurando condições boas no local de trabalho e durante toda a corrente;

Apostar em relacionamentos de longo prazo, ao invés de procurar vendas comerciais em curto prazo.

Critérios para comercialização:

Composição de preços
O preço é estabelecido pelos produtores, no caso de artesanato, por exemplo. O Instituto Meio repassará este preço ao lojista, acrescido dos custos de transporte, taxas de administração e comercialização e uma percentagem destinada ao reinvestimento nas comunidades na forma de capacitações, desenvolvimento de produtos, etc.

Requisitos para o produtor/artesão
São critérios fundamentais para participar do Meio Shop:

Do Produto

Habilidade e qualidade na produção de produtos artesanais;
Garantir a originalidade de seus produtos;
A matéria-prima e o processo produtivo devem apresentar o mínimo impacto ambiental possível. O Instituto meio dará prioridade a produtores que não utilizem produtos químicos na fabricação;
Para os produtos desenvolvidos sob a assessoria direta do Instituto Meio, há um período, determinado, com cada comunidade, de exclusividade na comercialização.

Da Organização

Gestão e capacidade organizacional mínima, que garanta quantidades e prazos de entrega pactuados;
Respeito à legislação trabalhista vigente, inclusive a do Estatuto da Criança e do Adolescente, ou que garantam condições de trabalho que não afetem a saúde do grupo produtivo e dos consumidores;
Representatividade: Os produtores devem nomear um ou dois representantes que serão o ponto de entre o Meio
Distribuição justa e equitativa dos recursos econômicos entre os membros do grupo produtivo
Possuir canal de comunicação como telefone
Possuir conta bancária para realização de depósitos. O Instituto Meio não realiza pagamentos em espécie.
Os produtores devem emitir Nota Fiscal para o Instituto Meio, que deverá ser enviada junto à mercadoria.
Os produtores devem garantir a qualidade e respeitar o prazo de entrega combinado, arcando com eventuais prejuízos na devolução das mercadorias.

Veja artigos divulgados na mídia sobre a instituição:
Instituto Meio apresenta seus projetos e parceiros
Instituto Meio leva artesãs de Apiaí para Craft Design
Mais projetos do Instituto Meio na Craft

Veja imagens de algumas peças comercializadas pelo Instituto Meio:

Produto à venda no Instituto Meio Produto à venda no Instituto Meio Produto à venda no Instituto Meio 

Produto à venda no Instituto Meio Produto à venda no Instituto Meio Produto à venda no Instituto Meio 

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